Nuvens que passam… ou não!

Tirei essa foto ontem e fiquei impressionada com o movimento rápido das nuvens mais escuras, as que estão mais à frente, que passavam depressa enquanto as nuvens ao fundo e que estavam mais longe, iluminadas e belas, permaneciam estáticas!

Pareciam dois estilos antagônicos de céu numa mesma moldura.

O vento parecia soprar tão forte naquelas nuvens feias e mal definidas, que parecia mais o anúncio de uma grande tempestade!

Mas como pano de fundo disso tudo, havia o dourado do céu refletido nas nuvens bem definidas e iluminadas, estáticas e de aparência majestosa.

Na vida às vezes é assim também! Temos um céu iluminado e brilhante à nossa frente, mas a rotina e o dia a dia trazem nuvens escuras e por vezes nos esquecemos da luz e do brilho que iremos encontrar depois que passarmos por essa escuridão.

São fases: algumas boas, outras ruins. Todas importantes para o nosso amadurecimento, tendo o alvo e a clareza do objetivo que será alcançado. Ou seja, é preciso saber onde se quer chegar!

Tenho meu alvo claro e na Bíblia encontro a direção para o caminho, através desse exemplo de Paulo:

“Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus.

É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente.

Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus.”

Filipenses 3:12-14 NTLH

Na média? É tempo de DESPERTAR!

Ouvi certa vez que nós somos a média das 5 pessoas com as quais nós mais convivemos.

Isso nos leva a refletir sobre nossas companhias e sobre as influências que nos permitimos.

Mas de nenhuma forma isso tira a nossa responsabilidade, pelo contrário, deve nos motivar a provocar o aumento dessa média em nós e nos outros.

Precisamos viver um tempo de despertar! Ficamos passivos a tantas coisas que ocorrem a nossa volta e simplesmente observamos.

O conformismo nos domina facilmente e nada nos deixa desperto de verdade para agir!

Estou acompanhando o áudio do livro “O Despertar da Leoa” através do canal @esposasqueoram e a autora do livro @lisabevere discorre exatamente sobre isso e sobre como vivemos hoje um tempo onde é necessário despertar e estar apto para fazer diferença em nosso contexto.

Mas pra isso precisamos sair do conformismo e despertar!

Então olhe pro lado, veja quem te influencia e a quem você gera influência. Depois desse olhar atento, ouse ser o agente da mudança!

O que faz a diferença são os detalhes

Sempre me interesso pelos detalhes das coisas que faço. É num detalhe que você consegue “imprimir” sua personalidade e deixar sua marca.

No trabalho de facilitação gráfica que fiz no acampamento de carnaval tentei colocar detalhes que mexessem com a memória de quem assistiu de tal forma que realmente fizesse a pessoa reviver aquele momento e lembrar do que era mais importante.

Num dos dias fiz o desenho da camisa florida do pastor Daniel Santos. Ela foi motivo de muitas risadas e ficou famosa! Não podia deixar de registrar.

Não me considero desenhista, mas arrisco no desenho de observação… até que dá pra se virar um pouco.

Tá aí então o meu detalhe pra fazer a diferença. E você? Tem se atentado aos detalhes do que você faz?

Como faz pra ler?

Ler enriquece nossa alma. Aumenta nosso repertório. Abre porta a novos mundos e novos aprendizados.

Todo mundo sabe disso, mas muita gente tem frases prontas pra justificar não ter esse hábito: “ah, não tenho paciência”, “me dá sono”, “não tenho tempo” ou ainda “to tentando terminar de ler um livro há muito tempo. Quando acabar esse eu começo outro”.

A verdade é que a leitura precisa ser um prazer. Não podemos ficar refém de determinados livros. Se o livro não for bom de verdade, você vai perder a empolgação e vai começar a procrastinar e então parar de ler!

Um coisa que me ajudou a mudar o mindset sobre isso foi esse marcador de livros que recebi da @keeplearningschool quando fiz o curso de Reaprendizagem Criativa no ano passado: “Esse livro tá valendo o meu tempo!”

Pense assim… seu tempo vale mais do que seu livro. Se ele não for bom, parta pro próximo!

Mudanças

A gente demora pra perceber que mudou. Demora também pra ver a mudança em quem caminha sempre com a gente.

Eu mudei. Levei um tempo pra tomar consciência disso. Meu marido percebeu que eu mudei e me avisou do que tinha acontecido! O bom foi que juntos evoluímos também. Construímos novos padrões.

Refletindo sobre os gatilhos dessas mudanças, alguns foram doloridos e incômodos, outros foram sede pelo novo e pelo uso maior da criatividade a partir da vontade de se reinventar, viver o propósito para o qual fomos criados.

Mas aí descobri que pra ampliar a criatividade precisava tirar alguns bloqueios. Coisas que eu mesma impunha sem nenhum motivo real aparente a não ser os velhos padrões mentais.

Depois de começar a minimizar esses bloqueios, percebi que precisava de mais coragem e agora tenho pensado e lido sobre os modelos mentais – mindsets que precisam ser ajustados ou mesmo atualizados. Comecei além muito mais também!

Tem sido uma jornada e tanto. Deixou de ser uma vontade e passou a ser um hábito. Agora vamos criar novos caminhos. 12 meses se passaram desses primeiros gatilhos e nesse percurso, os resultados foram recompensadores.

Como é bom se reinventar e ousar fazer algo novo.

Mas finalizando pelos gatilhos, nada vem somente de nós. Deus com certeza me incomodou muito e tirou muitas vendas dos meus olhos.

Por isso tenho que reconhecer a soberania dEle e ter um coração grato. Eu mesma não mereço nada disso, mas como um vaso nas mãos do oleiro, busco a cada dia o centro da Sua vontade. Aliás, ela é “boa, perfeita e agradável”. Sempre! Só experimentando dá pra saber!

E o legal tem sido entender que não atingi nenhum patamar onde posso parar. Agora prossigo pra reinvenção diária, o que será que Deus tem planejado para o amanhã?

Frase da foto é do Pr. Jeremias Pereira e o desenho fui eu que fiz há alguns meses atrás e achei hoje folheando esse caderno…

Como achar tempo?

A formiga me faz sempre lembrar do provérbio: “Preguiçoso, aprenda uma lição com as formigas! Elas não têm líder, nem chefe, nem governador, mas guardam comida no verão, preparando-se para o inverno.” Provérbios 6:6-8 NTLH

Mas hoje fiquei pensando nas coisas que não tem a ver com a preguiça, mas sim com achar tempo para fazer novas coisas, novos objetivos, que se não forem bem planejados ficarão só na fase da ideia.

Quando a gente realmente quer, dizem que a gente acha o tempo necessário.

Eu sempre tento espremer o tempo e confesso que já fico feliz com muitas coisas que tenho feito e conquistado ultimamente só mudando pequenos hábitos.

Mas com marido, dois filhos, trabalho e ainda tantas outras coisas que gosto e faço com frequência como cantar, correr, escrever, estudar e ler, tenho tido dificuldades em executar coisas um pouco maiores que tenho como objetivos de curto e médio prazo.

Hoje li o seguinte texto numa postagem do Instagram: “Se não decides tuas prioridades e quanto tempo dedicarás a ela alguém decidirá por ti”. Harvey Mackay no @wishplanner

Foi como um gatilho pra mim, e resolvi listar os objetivos e começar a planejar quando e como fazer cada um deles.

Afinal, colocando prazos e pequenas linhas de chegada, quero minimizar a procrastinação que às vezes desembarca aqui nos dias de menos ânimo.

Consultar os objetivos nessas horas com certeza será um gatilho recorrente para fazer acontecer!

Viver o momento presente

Já reparou como a gente tem dificuldade de fazer isso?

Em geral a gente fica pensando no que vai fazer da vida quando…

E aí você pode completar a frase com “quando eu me formar”, “quando mudar de emprego”, “quando conseguir aquela promoção”, “quando casar” e ainda “quando tiver filhos”…

Ou então vamos pra um outro extremo: o de reviver o passado: “bom mesmo era naquela época…”, “ah, que saudades daquele tempo” e ainda: “a gente era feliz e não sabia”

E qual é o segredo do presente? Porque é difícil às vezes encará-lo?

O passado está congelado, definido e jamais vai voltar.

O futuro é incerto e não podemos prever. Talvez nos previnir de algumas coisas e claro, planejar. Mas não podemos viver o futuro. Ele pode gerar medo, ansiedade e insegurança, mas esses sentimentos não nos farão viver o futuro e sim temê-lo!

Só o presente é que temos nas mãos. Só no aqui e agora é que podemos atuar de forma direta!

A arte de balancear o planejamento do futuro e o desfrutar do presente, além de tirar os aprendizados do passado deve ser um anseio maior do que a nostalgia ou o a tentativa de previsibilidade.

E tudo isso me leva para o texto abaixo, que gosto muito de meditar:

“Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?

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“Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.

Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?

Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer?’ ou ‘Que vamos beber?’ ou ‘Que vamos vestir?’ Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas.

Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês.

Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.”

Mateus 6:27-34 PTNVI

Memória de Repetição

Nosso cérebro consome muita energia pra “funcionar”. Por isso, ele cria padrões de tudo o que pode ser “automatizado” e, assim, economiza energia nesse processo.

Mas nossa vida é sempre uma caixinha de surpresas e precisamos também do novo para não vivermos numa eterna monotonia.

Só que quando precisamos de um descanso, de um momento sem gasto extra de energia, em geral buscamos repetir alguma experiência que tenha tido um padrão agradável e prazeroso.

É por isso que crianças pequenas gostam tanto de ver 250 vezes a um mesmo filme. Para elas, a maioria das coisas pelas quais passam é novidade, um novo padrão.

Quando elas assistem a um filme que já viram antes, elas podem ter um conforto mental, pois já sabem o que vai acontecer e não será uma surpresa.

Quanto mais elas assistem, mais conforto sentem ao acompanhar o que é 100% previsível, sem gasto de energia mental, sem surpresas.

Ontem, fui atrás de um velho padrão conhecido pra mim que é cantar! Mas fui cantar muitas musicas novas. Um misto do padrão e do novo.

Como me alegra poder cantar neste lugar com pessoas que amo tanto e até com outras que mal conheço, mas que ao estar lado a lado na mesma música, somamos o mesmo propósito de louvar a Deus com a excelência das nossas vozes.

É bom repetir padrões conhecidos e usar de forma repetida tantas memórias já conhecidas. Mas não podemos deixar de experimentar o novo, de dar espaço para a inovação e novidades da nossa mente. Uma das formas de fugir dos padrões é sendo criativo.

Mas isso já vale uma outra reflexão!

Memória Espacial

Sabe aquela rua que você passa e vem sempre uma mesma memória na cabeça?

Minha pequena pedalando nessa ciclovia do parque me lembra momentos felizes e marcantes que já passamos ali em família e com amigos.

Nas minhas pesquisas sobre “neurocuriosidades” eu aprendi um pouco sobre a memória espacial, que é aquela memória que está ligada a um determinado lugar e você sempre ativa essa lembrança quando passa por lá.

Sabe aquelas pessoas que nunca esquecem um caminho e sempre acham o carro no estacionamento do shopping com a maior facilidade?

Se você tiver uma boa memória espacial, pode usar essa habilidade como forma de memorizar melhor novas informações, relacionando cada uma delas com um espaço físico e concreto que você domina.

A técnica que utiliza essa metodologia é conhecida como “Palácios Mentais”.

A ideia é associar pensamentos, nomes, histórias e até discursos a ambientes de um local que você conhece em detalhes, como sua casa, seu quarto ou um trajeto que você faz com frequência. Cada parte a ser memorizada deve ser associada a um espaço desse castelo mental.

Assim, quando quiser ativar aquela lembrança, é só fazer o caminho mental novamente.

Se achou útil, no YouTube tem diversos vídeos sobre esse assunto. Pesquise “Palácios Mentais”

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Lei da Ondulação

Dias de muito ânimo e dias de canseira… quem não passa por isso?

Até a natureza parece ser assim… pontos altos e baixos… somos movidos ou paralisados, às vezes, por verdades que existem só em nossa mente. Tanto para o bem como para o mal.

E acredito que a motivação ou a falta dela nem sempre é gerada por algo real ou concreto, ou seja, o imaginário, aquilo que está apenas na nossa mente, também nos afeta.

Esse termo “Lei da Ondulação” é citado no livro Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz – C.S.Lewis, como uma das ferramentas usadas pelo diabo pra fazer mal às pessoas quando elas perdem a motivação.

Por isso, tenho buscado observar se o que tira o meu ânimo é mesmo algo real ou imaginário.

Se é real, vou tentar resolver, se não é, bola pra frente!

A vida tem seus altos e baixos. A parte boa dos baixos é o que podemos aprender quando estamos passando por eles. Mas o alto nos coloca em nossa melhor forma e nos permite avançar.

Então, olhando bem essa paisagem linda das férias, acho que sem os altos e baixos ela seria muito mais sem graça.

A arte está em aprender com os baixos das nossas ondulações da vida.