
Essa semana eu sonhei que estava com esse problema. Era uma mochila e eu não queria correr o risco de perdê-la ou mesmo de ser roubada. Mas também não sabia o que fazer com ela e onde poderia guarda-la por algumas horas.
Acordei com essa sensação da necessidade eminente de arranjar um lugar pra minha bagagem.
Aí comecei a pensar que bagagem a gente sempre tem, mesmo que saiamos de casa de mãos abanando.
Toda nossa vivência, história, relacionamentos, pré-conceitos, costumes, mágoas, amores, dissabores, são essas bagagens que no fim, nos moldam na forma de lidarmos com o mundo.
Mas pensei na bagagem ruim. Em coisas que nos apegamos e insistimos em carregar, mas que nunca serão úteis. São apenas coisas que estão conosco pelo simples fato de que sempre estiveram, mas não ousamos perguntar o por quê!
O que você está carregando que não precisa, que pode te atrapalhar e até ser uma amarra pra impedi-lo de seguir seu caminho?
Tenho refletido sobre as bagagens que simplesmente devo deixar para trás. Talvez, se eu estiver com as mãos livres, terei oportunidades de pegar novas coisas pelo caminho!