Arquivo mensal: maio 2018

O que eu faço com minha bagagem?

Essa semana eu sonhei que estava com esse problema. Era uma mochila e eu não queria correr o risco de perdê-la ou mesmo de ser roubada. Mas também não sabia o que fazer com ela e onde poderia guarda-la por algumas horas.

Acordei com essa sensação da necessidade eminente de arranjar um lugar pra minha bagagem.

Aí comecei a pensar que bagagem a gente sempre tem, mesmo que saiamos de casa de mãos abanando.

Toda nossa vivência, história, relacionamentos, pré-conceitos, costumes, mágoas, amores, dissabores, são essas bagagens que no fim, nos moldam na forma de lidarmos com o mundo.

Mas pensei na bagagem ruim. Em coisas que nos apegamos e insistimos em carregar, mas que nunca serão úteis. São apenas coisas que estão conosco pelo simples fato de que sempre estiveram, mas não ousamos perguntar o por quê!

O que você está carregando que não precisa, que pode te atrapalhar e até ser uma amarra pra impedi-lo de seguir seu caminho?

Tenho refletido sobre as bagagens que simplesmente devo deixar para trás. Talvez, se eu estiver com as mãos livres, terei oportunidades de pegar novas coisas pelo caminho!